Imagem gerada/IA A Última Tinta de 2025 e o C Novo 31 de dezembro de 2025. Cai a tarde deste último dia do ano. Enquanto a luz se recolhe no horizonte, ouço o som metafórico de um livro se fechando. Não é um livro qualquer; é o tomo denso, pesado e vivo destes últimos 365 dias. Ao passar a mão pela capa gasta de 2025, percebo que a narrativa foi tudo, menos monótona. Houve páginas em que a letra saiu tremida, rasuras onde a vida não seguiu o roteiro planejado. Entretanto, houve também parágrafos inteiros onde a tinta brilhou, refletindo a luz nos olhos de quem viveu intensamente. A natureza, sábia professora, nos guiou por esse enredo. Tivemos noites de lua cheia clareando a alma e tempestades onde o sol parecia ter desistido. Mas aprendemos, a duras penas, que até o astro-rei precisa de seu recolhimento. A chuva e o vento não vieram para destruir, mas para lembrar que a escuridão é passageira e que nenhuma nuvem é eterna. Agora, o vento vira a página final. O que vem a seguir não é o ...
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