A GUILHOTINA DE BITTAR E A SUBMISSÃO DE ZEQUINHA: OS BASTIDORES DA RASTEIRA NO PT EM 2024
O PREÇO DA TRAIÇÃO
Nas eleições de 2024, a palavra do senador Márcio Bittar (PL) valeu tanto quanto uma nota de três reais. O senador, que jurava amor à candidatura de Jéssica Sales (MDB), roeu a corda para cair nos braços do atual prefeito. Mas o apoio tinha um preço alto e imediato: a cabeça do PT numa bandeja. Uma exigência cumprida com subserviência canina pelo alcaide.
FRÍVOLA INDIFERENÇA
Para atender ao capricho do senador e garantir o apoio do PL, Zequinha Lima agiu com uma calmaria traiçoeira. Sem comunicar o partido e na calada da noite, retirou a Federação Brasil da Esperança da ata da coligação como se fosse um detalhe irrelevante. Um ex-petista, hoje papagaio de pirata da gestão, ainda tentou justificar a punhalada: “faz parte do jogo”. Jogo sujo, diga-se.
NA INFORMALIDADE
A ordem de Bittar era clara: varrer a esquerda oficial do palanque para atender a uma diretriz nacional do PL. Contudo, o rigor foi seletivo. Enquanto o PT foi o alvo principal, PV e PCdoB adotaram o pragmatismo e continuaram na base. Mantiveram-se 'abraçados' ao prefeito.
SEM CORAGEM NO OLHO NO OLHO
O auge da covardia, porém, foi a forma do comunicado ao PT. Zequinha Lima não teve hombridade de informar pessoalmente e enviou dois emissários, ironicamente um ex-comunista e um ex-petista, para fazer o serviço sujo. A proposta indecorosa? Que o PT aceitasse o papel de "amante": apoiar, mas não aparecer em público para não desagradar o seu amigo, o senador Márcio Bittar.
CUCUPINA POLÍTICA
Ao contrário dos que aceitaram a clandestinidade, o Partido dos Trabalhadores recusou o papel de concubina política. Rompeu-se ali, definitivamente, uma aliança marcada pela deslealdade de quem preferiu obedecer a ordens externas a honrar a própria palavra.
DESTINO SELADO
Por uma ironia do destino, o senador Márcio Bittar (PL) atravessa novamente os caminhos do MDB. Segundo um blog da capital, a costura da aliança entre o MDB e a vice-governadora Mailza Assis (PP) esbarra nos caprichos de Bittar. A informação é que, se o senador confirmar o apoio a Mailza, o MDB será “convidado” a não participar da coligação. Para ter Bittar, a vice teria que renunciar aos emedebistas.
PREGO BATIDO E PONTA VIRADA
A fidelidade do prefeito de Cruzeiro do Sul à vice-governadora na disputa pelo Palácio Rio Branco é mesmo inabalável? Zequinha Lima já anunciou que seus candidatos ao Senado serão Gladson Cameli e Márcio Bittar, com status de “prego batido e ponta virada”.
CASO E POR ACASO!
No entanto, o cenário muda se Bittar resolver apoiar Bocalom e descartar Mailza. Nesse caso, a chapa da vice precisará de outro nome para o Senado. A pergunta que fica é: esse novo nome teria o aval de Zequinha Lima, caso fosse, por acaso, a emedebista Jéssica Sales?
CHUVA E BURACOS
O que não falta em Cruzeiro do Sul é chuva e buracos. Diante desse cenário, o cruzeirense precisa de habilidade redobrada. Para quem não possui veículo, o jeito é se virar com guarda-chuva ou depender do transporte coletivo (que atolou no centro da cidade). Já para quem está motorizado, o talento no volante é essencial para desviar das crateras nas ruas e não acabar caindo em uma vala.
PROPAGANDA ENGANOSA
Vez ou outra, o prefeito de Cruzeiro do Sul aparece vendendo ilusão, exibindo operações tapa-buracos como grandes melhorias. Mas a situação é tão calamitosa que o trabalho parece ineficaz.
NÃO BASTA CALMANTE
Sugiro ao prefeito gastar um pouco de combustível e vistoriar, de fato, as vias dos bairros. Talvez assim ele tenha a real dimensão do caos que os moradores enfrentam e entenda que a cidade está um buraco só, sem falar na sujeira. Portanto, não basta um calmante.
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