O ECO DE UM SILÊNCIO COMPARTILHADO O DIVÓRCIO ENTRE O PALANQUE E A CANETA Quem te viu, quem te vê. Zequinha Lima e Henrique Afonso, outrora unidos pela foice e pelo martelo e pela gestão de Cruzeiro do Sul, hoje mal parecem habitar o mesmo quadrante político. DIVÓRCIO ANUNCIADO A imagem que chegou a esta coluna é o retrato de um divórcio anunciado: um clima pesado que dispensa legendas. Fica claro que a antiga parceria de prefeito e vice sucumbiu a novos (e divergentes) objetivos O NAUFRÁGIO DO CONSENSO Uma das nossas "abelhinhas", daquelas que não perdem um zum-zum-zum de bastidor, relatou que o discurso de Henrique Afonso foi um verdadeiro exercício de equilibrismo e gelo. Em sua fala, Afonso não gastou um miligrama de saliva para mencionar o nome do chefe do Executivo local. EM UM PEDESTAL O "carinho", porém, sobrou para a governadora Mailza Assis, colocada devidamente em um pedestal de destaque. NA MESMA MOEDA Zequinha Lima, que não é de levar desaforo ...
Imagens/reproduzidas O BOM FILHO À CASA TORNA A nomeação de Rosa Maria para a gerência da Maternidade de Cruzeiro do Sul marca o regresso de uma gestão técnica reconhecida por mais de dez anos de dedicação ao órgão. Além do ganho administrativo, o movimento sinaliza que a articulação política do parlamentar que a apoia segue com forte influência no Palácio do Governo. TORCIDA DIVIDIDA Em Cruzeiro do Sul, a base política local encontra-se rachada entre dois protagonistas de peso, ambos validados pelas urnas: o prefeito Zequinha Lima (PP) e o deputado estadual Clodoaldo Rodrigues (PP). O estopim público dessa divisão foi o vazamento de um áudio no qual o parlamentar afirma ter sido enganado pelo prefeito, chegando a chamá-lo de "vagabundo". AS SEQUELAS DO EMBATE A reação política não tardou e o impacto foi forte. O prefeito, detentor da "caneta", exonerou todos os servidores nomeados na cota de Clodoaldo. Figuras influentes no cenário local foram desligadas sem qu...