A morosidade administrativa trava o Legislativo e a falta de credibilidade da articulação política ameaça transformar o orçamento em campo de guerra Sem LDO, sem LOA, sem PPA; sem Recesso: O "Presente de Grego" do Executivo para a Câmara Municipal O Dever de casa não foi feito O ritual deveria ser sagrado: o Poder Executivo tem a obrigação constitucional de encaminhar as Leis Orçamentárias para aprovação. É o básico da gestão pública. É através delas que se define como o dinheiro do povo será gasto no ano seguinte. Mas, ao que parece, o Executivo local esqueceu de olhar o calendário ou decidiu testar a paciência alheia. Reféns da morosidade O recesso parlamentar da Câmara de Vereadores, garantido pela Lei Orgânica do Município, deveria ter começado dia 28 de novembro, indo até 10 de fevereiro. Deveria. A realidade é que os nobres edis estão "presos" no plenário. O motivo? O Projeto orçamentários simplesmente se encontra ainda com Executivo. De propósit...
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