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Rapidinhas com Urtigado Juruá

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  A morosidade administrativa trava o Legislativo e a falta de credibilidade da articulação política ameaça transformar o orçamento em campo de guerra   Sem LDO, sem LOA, sem PPA; sem Recesso: O "Presente de Grego" do Executivo para a Câmara Municipal   O Dever de casa não foi feito O ritual deveria ser sagrado: o Poder Executivo tem a obrigação constitucional de encaminhar as Leis Orçamentárias para aprovação. É o básico da gestão pública. É através delas que se define como o dinheiro do povo será gasto no ano seguinte. Mas, ao que parece, o Executivo local esqueceu de olhar o calendário ou decidiu testar a paciência alheia.   Reféns da morosidade O recesso parlamentar da Câmara de Vereadores, garantido pela Lei Orgânica do Município, deveria ter começado dia 28 de novembro, indo até 10 de fevereiro. Deveria. A realidade é que os nobres edis estão "presos" no plenário. O motivo? O Projeto orçamentários simplesmente se encontra ainda com Executivo.   De propósit...

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Quem não sabe separar o certo do 'acerto', acaba sempre errando o alvo.   Vereador acusa coordenador do DSEI O vereador Tiago da Milênio (UNIÃO) usou a tribuna da Câmara de Cruzeiro do Sul, nesta terça-feira (2), para fazer graves acusações contra a cúpula da saúde indígena local. Os alvos foram o Coordenador Distrital de Saúde Indígena do Alto Rio Juruá, Isaac Piyãko; a Coordenadora Distrital da Agência Brasileira de Apoio à Gestão Indígena (AgSUS), Irení Uchôa; e o conselheiro distrital, Auricélio Kaxinawá.   Vagas direcionadas Em seu discurso, o parlamentar classificou a situação do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Alto Juruá como um caso de “puliça” ( sic ). Tiago acusou a equipe de ser conivente com práticas discriminatórias e clientelismo político por parte do coordenador. Segundo a denúncia, o processo seletivo simplificado para preenchimento de vagas estaria sendo direcionado de forma arbitrária.   Nenhum candidato atendeu aos requisitos O vereador d...

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 Imagens internet e editadas por Neto Gontran "Lealdade se paga com lealdade e gratidão com gratidão" A Conta vai chegar e o 'cheque' vai voltar Em nome da reeleição de 2024, o então candidato Zequinha Lima (PP) transformou seu palanque em um verdadeiro "samba do crioulo doido", abraçando gregos e troianos, da direita à esquerda. A única cabeça cortada foi a do PT, servida de bandeja. O problema é que o boleto dessa aliança monstruosa vai vencer, e o caixa do prefeito não tem fundos para pagar a todos.   Sem cachimbo da paz E agora, Zequinha? Acomodar todos os atores que pavimentaram sua vitória será uma missão quase impossível. Todavia, isso não parece tirar o sono do prefeito: descartar aliados após anos de união, aparentemente, é uma de suas especialidades. Em sua gestão, a máxima maquiavélica de que "os fins justificam os meios" é aplicada à risca.   O Café esfriou para os aliados Quem diria que pesos-pesados como Pedro Longo (PDT) e Zezinho Ba...

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Imagem feita com o uso de IA Nunca é tarde para lembrar quem foram os cúmplices da aberração chamada 'PL da Devastação'. O registro se faz necessário . O trator do Congresso Nacional A minha indignação ecoar por muito tempo e com isso, lembrar a nossa sociedade o que nossos deputados federais e senadores aprovaram e vangloriaram entre gritos e aplausos o PL da devastação e consequentemente contra as futuras gerações. Ficou provado em Brasília: a caneta presidencial não tem tinta contra o trator do Congresso. Quem governa o meio ambiente agora é a bancada da motosserra. O triunfo do "PL da Devastação" O Congresso Nacional, em sua ampla maioria, derrubou 52 vetos do presidente Lula ao projeto conhecido como "PL da Devastação". Críticos e analistas apontam o episódio como uma dura derrota política do governo. Eu vou além: foi uma derrota para a população brasileira. Na prática, a agenda ambiental do país foi confiscada pelo Poder Legislativo. Portanto, após a ...

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  Imagem IA Salários Atrasados e Contratos Milionários: A Conta que Não Fecha no Transporte Escolar Fluvial   O Cenário de Abandono (A Denúncia) O site Notícias do Juruá (NJ) trouxe à tona uma realidade vergonhosa: os ajudantes de barqueiros do transporte escolar de Cruzeiro do Sul amargam quase cinco meses sem receber seus salários. Como se não bastasse a fome batendo à porta, a “solução” apresentada soa como escárnio: um novo contrato emergencial apenas para novembro e dezembro de 2025, sem qualquer garantia de pagamento do retroativo. Trabalharam, não receberam e agora são empurrados para a incerteza.   A Dança dos Milhões (O Contrato) A falta de pagamento contrasta violentamente com os valores oficiais. Segundo o detalhamento da licitação, o objeto para "Registro de Preços para prestação de serviços de transporte escolar fluvial" foi devidamente homologado pelo prefeito Zequinha Lima em 23 de maio de 2025. A vencedora foi a empresa Green Business Consultoria Ltda , c...

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  Imagem/IA A soberba de um senador acreano e a lei do retorno O andar de cima vai dividido Ao que tudo indica, o tabuleiro para as eleições de 2026 já está posto. A candidatura de Tião Bocalom (PL) soa irreversível, enquanto Mailza Assis (PP) já deu o "nó cego", consolidando-se como a candidata natural da máquina governista. Alan Rick (Republicanos) mantém seu grupo coeso e Thor Dantas (PSB) completa a lista de pretendentes à cadeira principal do Palácio Rio Branco. O "andar de cima" não trincou apenas; rachou ao meio.   Político sem mandato e o vento nas costas Na política, a palavra empenhada muitas vezes vale tanto quanto uma nota de três reais  e no "andar de baixo" todos sabem disso. A pergunta que não quer calar ecoa nos bastidores: após Bocalom renunciar à prefeitura de Rio Branco para concorrer, tornando-se um político sem mandato, quem restará ao seu lado no palanque além de Márcio Bittar? O estrago será monumental A fissura aberta pelo desejo ...

Rapidinhas com UrtigaDoJuruá - A Lei do retorno é implacável

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Imagem através do usa de IA Se for chorar, manda áudio:  A hipocrisia mora ao lado A Memória de Abril de 2018   Há datas que ficam marcadas a ferro e fogo na memória. O dia 7 de abril de 2018 foi uma delas. Enquanto Lula se entregava à Polícia Federal e era levado para Curitiba, nós, companheiros e companheiras, vivíamos um luto político profundo. Mas há uma cena específica, aqui no Acre, que eu jamais vou esquecer. A Festa do Ódio na ALEAC   Enquanto alguns membros do PT acreano estavam reunidos em uma sala na Assembleia Legislativa (ALEAC), tentando digerir o golpe, os opositores não tiveram a menor dignidade. Do lado de fora, na praça em frente à ALEAC, eles faziam uma festa sórdida.   Soltavam fogos, gritavam palavras de ordem, insultavam nossa dor e celebravam a prisão do maior líder popular da história deste país. Não houve empatia, não houve "respeito ao momento", houve apenas escárnio. O Mundo Gira (e capota)   Hoje, com a prisão de Jair Bolsonaro, vejo...